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Torrez Afro

"Debaixo da sua trança tem história pra contar"

Gueto - Iza

A história das tranças afro começou em cerca de mais de 3 mil anos antes de Cristo, na África. A trança era usada para identificar tribos, estado civil, religião, idade, parentesco, posição social e outros atributos de identidade, todos representados por penteados. Em diferentes regiões africanas, seus povos usam as tranças como instrumento de comunicação.

No tempo de Cleópatra (69 a.C a 30 a.C), ter muitas tranças representava ter poder e riqueza e tranças nas barbas eram vistas como símbolo de divindade.

As tranças foram usadas de diferentes formas por diversas civilizações. Na Grécia Antiga, as mulheres as usavam longas. Já os Celtas e Vikings adicionavam acessórios de metais para representarem superioridade. Na idade média, era uma forma de penteado para esconder o cabelo. Na Europa, era usada pela realeza para melhor encaixe das suntuosas perucas.

Há uma grande variedade de estilos tradicional de tranças africanas, que vão desde  curvas complexas e espirais para a composição estritamente linear. Pode parecer estranho olhar um modelo de trança e comparar a geometria, mas estes são os estilos bastante tradicionais na África. A matemática faz parte do penteado Africano e, como muitos outros africanos no Novo Mundo (escravidão), o conhecimento sobre ele sobreviveu. 

Termos étnicos como Nagôs, Angolas, Jejes e Fulas representavam identidades criadas pelo tráfico de escravos, e cada termo continha um leque de tribos escravizadas de cada região. Nagô era o nome dado a todos os negros da Costa dos Escravos que falavam o Iorubá. Mas muita gente não sabia que as divisões e reconhecimentos de cada um era feito devido a seu penteado que contém sempre um mapa para ajudar nas suas longas caminhadas e traçados.

No início do século XV, com a escravidão das sociedades africanas, o cabelo exerceu a importante função de condutor de mensagens. Nessas culturas, o cabelo era parte integrante de um complexo sistema de linguagem. A manipulação do cabelo era uma forma de resistência e de manter suas raízes. Coisa que nos dias atuais vem tendo um grande poder não só nas mulheres e sim na sociedade como um todo.

As tranças serviram como pano de fundo de diversos movimentos como, Marcha dos Direitos Civis nos Estados Unidos, o aparecimento de movimentos negros como o Black Power e os Panteras Negras, que lutavam pelos direitos e enaltecem a cultura afro.

Obs: os dreads não vieram da Jamaica, do movimento Rastafári ou com Bob Marley, e sim da Índia. Mas foram os jamaicanos que propagaram o penteado. A palavra dreadlock usada pelos Rastas vem da união das palavras lock (o penteado com tranças) e dread (a pessoa que usa a trança).

"Nós sempre fomos maravilhosos. Eu nos vejo refletidos nas coisas mais sublimes do mundo. O negro é rei. Éramos beleza antes que soubessem o que era beleza."

Black is King

Vinni Torrez Nails

Acredita-se que as unhas são como um “relatório de saúde”. Alguém com a saúde debilitada, com certeza terá unhas fracas, ou ainda, alguém que faça muitos trabalhos manuais dificilmente conseguirá ter unhas longas e fortes. Foi nesse momento que as unhas se tornaram símbolo de status e nobreza. Talvez você se assuste em saber que os mais antigos métodos de manicure de que se tenha notícia são de 3200 AC e eram usados pela realeza chinesa, que tingiam as unhas com preparados naturais com pétalas de flores para se destacar dos demais.

Na mesma época, os egípcios usavam henna para tingir as unhas dentro de uma escala de poderes.  Cleópatra e Nefertiti usavam tons de vermelho, e os homens da realeza tons de preto. Quanto mais pobre se era na escala de poderes, mais claras eram as cores das unhas.

Os egípcios usavam extensões de ossos, marfim e ouro, como estes simbolizavam riqueza e status, somente homens e mulheres mais ricos podiam usufruir por este luxo. Cleópatra era a única de todo Egito que podia usar um tom escuro de vermelho, e Nefertiti um tom de vermelho mais claro, que lembrasse a pedra de rubi.

Há também registros de mulheres na Grécia do século XIX utilizando conchas de pistache como unhas artificiais.

Esse conceito foi seguido por séculos e as mulheres do Extremo oriente usavam estas unhas artificiais o maior tempo possível para simbolizar sua riqueza e posição social.

A invenção das atuais extensões de unha começou em 1954 quando Fred Slack, um dentista quebrou a unha no trabalho e criou uma unha artificial usando o acrílico dental como substituição temporária e de aparência  realista.

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Após experiências com diferentes materiais para aperfeiçoar sua invenção, ele e seu irmão Tom patentearam uma versão bem sucedida e iniciaram a empresa Patti Nails.

À medida que os anos passaram, a demanda por serviços de unhas aumentou e, no final dos anos 70, o Dr. Stuart Nordstrom inventou o atual sistema profissional de líquidos e pó que é usado nas unhas acrílicas hoje. Ele também é o fundador da CND uma marca líder na indústria de unhas até  hoje (Eles criaram a CND, Shellac e Vinylux que são usadas até hoje no mercado internacional)

O mercado de extensão de unhas está em pleno desenvolvimento, a cada dia surgem no mercado produtos com alta tecnologia e praticidade em sua aplicação. Produtos estes que tem a aprovação de órgãos de fiscalização e vigilância em  seus países de origem, e que podem ser usados com segurança e Responsabilidade em quem é amante desta arte.

Âncora 1

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Kleber torrez

Oi, sou Klêber!

Tenho 27 anos e sou um dos idealizadores da Torrez Studio.

Estou a frente do Torrez Afro Hair e pretendo trazer a libertação e a alto aceitação da negritude a partir de suas origens.

Espero você para um atendimento, que assim como eu, reencontrei minhas origens a partir das tranças!

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Vinni Torrez

Olá, aqui é Vinni!

Tenho 20 anos e sou uma das fundadoras

da Torrez Studio.

Tenho como intuito, fazer das unhas uma tela em branca, no qual podemos nos expressar e nos sentirmos mais libertos, sem nenhuma distinção de gênero, cor, crença e cultura.

Estou a frente da Vinni Torrez Nails e lhe espero para um atendimento!

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R. Henrique Vital, 205 -Jardim Lola, São Gonçalo do Amarante - RN

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